Privacidade e Dados Pessoais

A privacidade é um direito humano inviolável (art. 5º, X, da Constituição Federal) e parte essencial da condução estratégica e operacional dos nossos negócios. Por isso, a Edge trata os dados pessoais de todos os seus stakeholders de forma transparente, ética e segura, em conformidade com as leis vigentes, especialmente a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018 – LGPD).

Como a LGPD protege os seus dados?

Em vigor desde agosto de 2018, a LGPD assegura aos titulares maior controle sobre seus dados pessoais, em meio físico ou digital. A Lei não proíbe o tratamento de dados: estabelece regras, limites e responsabilidades para proteger os titulares. Não se aplica a dados de pessoas jurídicas, que não são considerados dados pessoais.

Coleta de dados

A Edge coleta, armazena e utiliza dados pessoais, inclusive por meio de cookies. Quais dados são coletados e para quais finalidades estão descritos no Aviso de Privacidade e pode ser alterado sem aviso prévio, sendo recomendada sua consulta periódica. Ao visitar nosso site, você é informado sobre os tipos de cookies coletados e pode gerenciar a ativação dos cookies opcionais.

 

Encarregado (DPO) Edge: Wagner De Cicco

Encarregado (DPO) Adjunto Edge: Silvio Soares

Contato: dpo@edge.com.vc

Perguntas frequentes:

O que é a LGPD?

A Lei Nº 13.709 foi aprovada em agosto de 2018 e entrou em vigor em setembro de 2020. Essa lei estabelece regras sobre qualquer atividade que pode ser realizada com dados pessoais, desde a coleta, armazenamento, compartilhamento e descarte (atividades conhecidas como “tratamento”), visando mais proteção para os cidadãos e sanções para as empresas pelo não cumprimento.

O que são dados pessoais e dados pessoais sensíveis?

Dado pessoal é qualquer informação relacionada a pessoa natural identificada ou identificável, como nome, idade, sexo, filiação, endereços físico e eletrônico, números de documentos, identificadores corporativos e eletrônicos (IP, IMEI), geolocalização e perfis de navegação ou consumo. São sensíveis os dados sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, saúde, vida sexual, bem como dados genéticos ou biométricos vinculados a uma pessoa natural.

Quais são os direitos dos titulares de dados?
  • Acesso: confirmação da existência de tratamento, acesso aos dados e a informações adicionais sobre o tratamento, inclusive sobre compartilhamentos com entidades públicas e privadas.
  • Correção: retificação de dados incompletos, inexatos ou desatualizados.
  • Anonimização, bloqueio ou eliminação: de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com a LGPD.
  • Portabilidade: transferência dos dados a outro controlador, observada a regulamentação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
  • Eliminação dos dados tratados com consentimento: mediante solicitação expressa, ressalvadas as hipóteses legais e regulatórias de conservação.
  • Consentimento informado: direito de não consentir, de ser informado sobre as consequências dessa decisão e de revogar o consentimento a qualquer momento.
  • Oposição: oposição ao tratamento realizado em descumprimento à LGPD, ainda que dispensado o consentimento.
Quem são os principais atores da LGPD?

 

  • Titular: pessoa natural a quem se referem os dados pessoais, como usuários, clientes e colaboradores.
  • Controlador: quem decide sobre o tratamento, conforme a finalidade da coleta, e responde pelos dados tratados em seu ambiente e por terceiros que atuem sob sua orientação.
  • Operador: quem trata os dados em nome e conforme as determinações do controlador.
  • Encarregado (DPO): pessoa ou área indicada pelo controlador que atua como canal de comunicação com os titulares e com a ANPD.
  • ANPD: Agência Nacional de Proteção de Dados, responsável por zelar, implementar e fiscalizar o cumprimento da LGPD.

 

Quais são os 10 princípios para tratamento de dados pessoais?

 

  1. Finalidade: tratamento para propósitos legítimos, específicos e informados ao titular.
  2. Adequação: compatibilidade do tratamento com as finalidades informadas.
  3. Necessidade: limitação ao mínimo necessário para a realização das finalidades.
  4. Livre acesso: consulta facilitada e gratuita sobre a forma e a duração do tratamento.
  5. Qualidade dos dados: exatidão, clareza, relevância e atualização dos dados.
  6. Transparência: informações claras, precisas e acessíveis sobre o tratamento.
  7. Segurança: medidas técnicas e administrativas aptas a proteger os dados pessoais.
  8. Prevenção: adoção de medidas para prevenir danos decorrentes do tratamento.
  9. Não discriminação: vedação do tratamento para fins discriminatórios ilícitos ou abusivos.
  10. Responsabilização e prestação de contas: demonstração da adoção de medidas eficazes

 

Última atualização: 29 setembro, 2026

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