Recebimento
Navios transportadores trazem o GNL até o terminal, onde ele é transferido para a unidade flutuante de armazenamento e regaseificação (FSRU).
Acessibilidade
Localizado no Porto de Santos e operado pela Edge, o Terminal de Regaseificação de GNL de São Paulo (TRSP) recebe, armazena e regaseifica gás natural liquefeito (GNL) de diferentes origens.
A infraestrutura do TRSP apoia o fornecimento pelo mercado livre e a construção de rotas para consumidores fora da malha de gasodutos.
Recebimento
Navios transportadores trazem o GNL até o terminal, onde ele é transferido para a unidade flutuante de armazenamento e regaseificação (FSRU).
Armazenamento
O GNL é mantido em tanques a aproximadamente −162 °C. No estado líquido, seu volume é cerca de 600 vezes menor do que no estado gasoso, viabilizando o transporte marítimo em larga escala.
Regaseificação
Para ser entregue na rede de gás natural, o GNL passa pelo processo de regaseificação, onde ele retorna ao estado gasoso por meio do seu aquecimento até temperaturas próximas da temperatura ambiente.
Entrega e outras soluções
Após a regaseificação, o gás segue por meio da rede de gasodutos. Nas soluções off-grid, é transportado em estado líquido até o cliente ou o ponto de abastecimento.
FSRU
estrutura capaz de receber, armazenar, regaseificar e transferir o GNL
Operações ship-to-ship
Transferimos GNL entre o navio transportador e a FSRU
Integração logística
Conectamos o suprimento à rede de gasodutos e a logística de GNL
14 milhões
de m3/dia capacidade de regaseificação de gás natural.
167 mil
m3 de capacidade de armazenamento
100 milhões
m3 equivalência em gás natural
Disponibilidade do terminal em 2025
100%
Disponibilidade da FRSU em 2025
99,98%
Operações shi-to-ship até nov/26
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Da chegada dos navios à entrega do gás, conheça a infraestrutura e a operação no Porto de Santos.